
Autor(a)(s): ROBERTO MAYO
Editora: SYNERGIA EDITORA
Assunto: ECONOMIA
ISBN: 856132578X
ISBN13: 9788561325787
Páginas: 208
Edição: 1º
Ano: 2012
Encadernação: BROCHURA
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Por R$ 82,80
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O mercado de energia elétrica é complexo, mas ao mesmo tempo fascinante. O grande mérito desse livro consiste exatamente em transformar os aspectos mais difíceis desse mercado em algo de simples compreensão.
Mercados de Eletricidade foi idealizado por Roberto Mayo com o objetivo de suprir a carência de literatura especializada, em português, no Brasil sobre o mercado de eletricidade.O autor aborda, de forma brilhante, os mercados atacadistas de eletricidade, seus modelos, suas estruturas, seus sistemas de comercialização e suas formas e plataformas de negociação, e descreve as características singulares da eletricidade: como é produzida, transportada, comercializada e consumida.
Três capítulos são dedicados aos mercados de eletricidade europeu, americano e australiano de eletricidade, como seu perfil, sua estrutura, suas formas de negociação, seus produtos e seus desempenhos.
O livro fala ainda da importância da liquidez, transparência e confiança no funcionamento de um mercado atacadista de eletricidade.Com a publicação deste livro, Roberto Mayo contribuirá muito ao compartilhar seu conhecimento e experiência adquiridos ao longo de sua carreira para o desenvolvimento de um mercado de energia moderno e eficiente. É obra que deverá ocupar lugar de destaque nas bibliotecas especializadas.A iniciativa conta com o apoio institucional da Campanha 2012 - Ano do Mercado Livre e de Energia e da COMERC Energia.
1. INTRODUÇÃO
2. SINGULARIDADES DA ENERGIA ELÉTRICA
3. VOLATILIDADE DOS PREÇOS DA ELETRICIDADE
3.1 Volatilidade do preço da eletricidade
3.2 Fatores que influenciam a volatilidade de preço
4. MERCADOS COMPETITIVOS DE ELETRICIDADE
4.1 Leilões de energia elétrica
4.1.1 Critério do número de lados participantes
4.1.1.1 Leilão com participação unilateral
4.1.1.2 Leilão com participação bilateral
4.1.2 Critério de preço de mercado
4.1.2.1 Leilão de preço uniforme
4.1.2.2 Leilão de preço discriminatório
4.2 Negociação contínua
4.3 Modelos de mercado
4.3.1 Modelo de aprovisionamento competitivo
4.3.2 Mercados atacadistas competitivos
4.3.2.1 Modelo pool de energia
4.3.2.2 Mercado de contratação bilateral
4.3.2.3 Diferentes formas de liquidação
4.3.2.4 Produtos transacionados
4.3.2.5 Câmara de compensação
4.3.2.6 Operação em bolsas de energia e em mercados de balcão
4.3.2.7 Operação do sistema e operação do mercado
4.3.2.8 Despacho centralizado e descentralizado
4.3.2.9 Diversidade de modelos de mercado
4.3.3 Mercado varejista competitivo
4.3.3.1 Requisitos para o desenvolvimento e o bom funcionamento de um mercado varejista
4.3.3.2 Indicadores de concorrência no mercado varejista
4.3.3.3 Mercados varejistas no mundo
5. CRITÉRIOS PARA A EFICIÊNCIA E O BOM FUNCIONAMENTO DE UM MERCADO ATACADISTA DE ENERGIA ELÉTRICA
5.1 Liquidez
5.1.1 Índice de liquidez
5.1.2 Volume dos negócios
5.1.3 Variedade e aceitação dos produtos ofertados
5.1.4 Bid-ask spread ou bid-offer spread
5.1.5 Frequência dos negócios
5.1.6 Número e variedade dos participantes do mercado
5.2 Transparência
5.3 Confiança
5.4 Poder de mercado
5.4.1 Tipos de poder de mercado
5.4.2 Estratégias de exercício de poder de mercado
5.4.3 Mitigação do poder de mercado
5.4.3.1 Capacidade da transmissão
5.4.3.2 Hedging e contratação a termo
5.4.3.3 Resposta da demanda
5.4.3.4 Entrada de novos ofertantes no mercado
5.4.3.5 Criação de um órgão responsável pelo monitoramento do poder de mercado
6. FORMAÇÃO DOS PREÇOS DA ELETRICIDADE
6.1 Estrutura dos custos da eletricidade
6.2 Formação de preço nos mercados de curto prazo
6.3 Formação de preço nos mercados a termo
7. GESTÃO DE RISCO NO MERCADO DE ELETRICIDADE
7.1 Gestão de risco
7.1.1 Identificação dos riscos
7.1.2 Medição de riscos
7.1.2.1 Valor em risco
7.1.2.2 Fluxo de caixa em risco
7.1.2.3 Ganhos em risco
7.1.2.4 Valor em risco condicional
7.1.2.5 Testes de estresse
7.1.3 Mitigação de riscos
8. DERIVATIVOS DE ELETRICIDADE
8.1 Contratos a termo, futuros e swaps
8.1.1 Contratos a termo
8.1.2 Contratos futuros
8.1.3 Swaps
8.1.3.1 Swaps de preço ou contratos fixo-por-flutuante
8.1.3.2 Swaps de base locacional
8.2 Opções
8.2.1 Estilo de opção
8.2.2 Opções simples de compra e de venda
8.2.2.1 Opção cap
8.2.2.2 Opção floor
8.2.2.3 Opção collar
8.2.2.4 Prêmio das opções
8.2.3 Opções exóticas
8.2.3.1 Opções spark spread
8.2.3.2 Opções asiáticas
8.2.3.3 Opções swing
8.3 Derivativos de clima
8.3.1 Risco climático
8.3.2 Opções de compra de clima
8.3.3 Opções de venda de clima
8.3.4 Swaps de clima
8.3.5 Contratos futuros de clima
8.4 Derivativos de transmissão
8.4.1 Modelos de apreçamento da transmissão
8.4.1.1 Apreçamento nodal
8.4.1.2 Apreçamento regional
8.4.2 Direitos de transmissão
8.4.2.1 Direito de transmissão financeiro ponto a ponto
8.4.2.2 Opção de direito de transmissão financeiro
8.4.2.3 Direito de portal de fluxo
8.5 Transações estruturadas
8.5.1 Contratos de aluguel
8.5.2 Transações estruturadas com derivativos de clima
8.6 Tamanho de um mercado de derivativos
9. APLICAÇÃO DOS DERIVATIVOS DE ELETRICIDADE À MITIGAÇÃO DE RISCO
9.1 Hedging da produção do gerador
9.2 Hedging contra riscos volumétricos
9.2.1 Contratos futuros e contratos a termo
9.2.1.1 Liquidação de um contrato futuro
9.2.1.2 Liquidação de um contrato a termo
9.2.2 Contratos de carga flexível
9.2.3 Hedging contra condições climáticas adversas
9.3 Hedging contra riscos de congestionamento da transmissão
9.4 Aplicações dos swaps de eletricidade
9.4.1 Swaps de preço de eletricidade
9.4.2 Swaps de base locacional de eletricidade
9.5 Aplicações das opções
9.5.1 Opção cap
9.5.2 Opção floor
9.5.3 Opção collar
9.5.4 Opções spark spread
9.5.5 Opções asiáticas
10. MERCADOS EUROPEUS DE ELETRICIDADE
10.1 Desenvolvimento dos mercados atacadistas europeus
10.2 Perfi l dos mercados atacadistas de energia europeus
10.2.1 Negociação em bolsa
10.2.2 Negociação em mercado de balcão
10.3 Forma de negociação
10.4 Produtos negociados
10.5 Principais mercados atacadistas europeus de energia elétrica
10.5.1 Mercado de eletricidade dos países nórdicos
10.5.1.1 Mercado físico
10.5.1.2 Renda de congestionamento
10.5.1.3 Mercado financeiro
10.5.1.4 Liquidez
10.5.2 Mercado de eletricidade da Alemanha
10.5.2.1 Mercado físico
10.5.2.2 Mercado financeiro
10.5.2.3 Desempenho do mercado
10.5.3 Mercado de eletricidade da França
10.5.3.1 Mercado físico
10.5.3.2 Mercado financeiro
10.5.4 Mercado de eletricidade da Holanda
10.5.4.1 Mercado físico
10.5.4.2 Mercado financeiro
10.5.5 Mercado de eletricidade do Reino Unido
10.5.5.1 Evolução do mercado britânico
10.5.5.2 Mercado físico
10.5.5.3 Mercado financeiro
10.5.5.4 Liquidez
10.5.6 Mercado de eletricidade da Bélgica
10.5.6.1 Mercado físico
10.5.6.2 Mercado financeiro
10.5.7 Mercado de eletricidade da Itália
10.5.7.1 Mercado físico
10.5.7.2 Mercado financeiro
10.5.7.3 Desempenho do mercado italiano de eletricidade
10.5.8 Mercado ibérico de eletricidade
10.5.8.1 Mercado D+1
10.5.8.2 Mercado intradiário
10.5.8.3 Mercado de balanceamento
10.5.8.4 Mercado de derivativos
10.5.8.5 Mercado de serviços ancilares
10.5.8.6 Desempenho do mercado ibérico de eletricidade
10.6 Integração dos mercados de eletricidade europeus
10.6.1 Gestão de congestionamento
10.6.2 Fortalecimento das interconexões
10.6.3 Acoplamento de mercados ou acoplamento de preços
10.7 Desempenho dos mercados de eletricidade europeus
10.8 Mercados varejistas europeus de eletricidade
11. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA DOS ESTADOS UNIDOS
11.1 Linhas principais das reformas
11.2 Modelo de mercado atacadista
11.2.1 Histórico da implantação dos mercados organizados nos EUA
11.2.2 Modelo padrão de mercado
11.2.3 Perfi l do mercado atacadista de eletricidade norte-americano
11.3 Mercado de derivativos
11.4 Desempenho do mercado norte-americano
11.4.1 Liquidez
11.4.2 Transparência
11.5 Principais mercados atacadistas norte-americanos
11.5.1 Pennsylvania-New Jersey-Maryland ISO
11.5.1.1 Mercado físico
11.5.1.2 Mercado financeiro
11.5.2 New York ISO
11.5.2.1 Mercado físico
11.5.2.2 Mercado financeiro
11.5.3 ISO New England
11.5.3.1 Mercado físico
11.5.3.2 Mercado financeiro
11.5.4 Califórnia ISO
11.5.4.1 Mercado físico
11.5.4.2 Mercado financeiro
11.5.5 Midwest ISO
11.5.5.1 Mercado físico
11.5.5.2 Mercado financeiro
11.6 Mercados varejistas norte-americanos de eletricidade
12. MERCADO AUSTRALIANO DE ELETRICIDADE
12.1 Mercado de energia elétrica da Austrália
12.1.1 Tecnologias de geração
12.2 Mercado nacional de eletricidade
12.2.1 Perfil do mercado atacadista do NEM
12.2.1.1 Mercado de curto prazo
12.2.1.2 Mercado de serviços ancilares
12.2.1.3 Mercado financeiro de eletricidade
12.2.2 Mercado varejista australiano de eletricidade
12.3 Mercado atacadista de eletricidade da Austrália ocidental
12.3.1 Perfil do mercado atacadista do WEM
12.3.1.1 Mercado de energia
12.3.1.2 Mercado de capacidade
13. O SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO
13.1 Reforma do setor elétrico brasileiro
13.2 Modelo institucional atual do setor elétrico brasileiro
13.3 Aquisição competitiva centralizada de energia
13.4 Despacho do sistema elétrico
13.5 Formação de preços no mercado de curto prazo brasileiro
13.5.1 Cálculo do custo marginal de operação
13.5.1.1 Custo de oportunidade da água
13.5.1.2 Parâmetros que influem no CMO
13.5.2 Cálculo do preço de liquidação das diferenças
13.6 Mercado atacadista brasileiro de energia elétrica
13.7 Volatilidade do PLD
13.8 Expansão da geração
13.9 Gestão do congestionamento
13.10 Energia de reserva
13.11 Serviços ancilares
14. MERCADO DE ENERGIA ELÉTRICA BRASILEIRO
14.1 Contratação no ambiente de contratação regulada
14.1.1 Leilões no ambiente de contratação regulada
14.2 Mercado livre de energia elétrica brasileiro
14.2.1 Consumidor livre
14.2.1.1 Consumidor livre convencional
14.2.1.2 Consumidor livre especial
14.2.2 Contratação no ambiente de contratação livre
14.2.2.1 Leilões de compra
14.2.2.2 Leilões de venda
14.2.2.3 Leilões de balanço de carga
14.2.2.4 Contratos de curto prazo
14.2.3 Registro e contabilização
14.2.4 O papel das comercializadoras
14.3 Mercado de derivativos
14.3.1 Contratos a termo
14.3.2 Swap de base de eletricidade
14.3.2.1 Swap calendário
14.3.2.2 Swap de submercado
14.3.2.3 Swap de patamar de carga
14.3.2.4 Swap envolvendo diferentes tipos de fonte de energia
14.3.3 Opção cap
14.3.4 Opção floor
14.3.5 Opção collar
14.4 Mercados organizados de eletricidade no Brasil
14.5 Transparência de preço
14.6 Liquidez do mercado brasileiro de eletricidade
14.7 Mercado varejista brasileiro de eletricidade
15. CONSIDERAÇÕES FINAIS
16. APÊNDICES
APÊNDICE A: ELASTICIDADE-PREÇO E RESPOSTA DA DEMANDA
A.1 Elasticidade-preço da demanda
A.2 A elasticidade da demanda e o preço da eletricidade
A.3 Resposta da demanda
A.4 Benefícios da resposta da demanda
A.5 Programas de gestão pelo lado da demanda
A.5.1 Resposta da demanda ao preço
A.5.2 Resposta da demanda ao incentivo
A.6 Fontes intermitentes de geração
APÊNDICE B: GESTÃO DO CONGESTIONAMENTO DA TRANSMISSÃO EM MERCADOS DE ELETRICIDADE
B.1 Capacidades de transferência transfronteiriças
B.1.1 Capacidade total de transferência
B.1.2 Margem de confiabilidade de transmissão
B.1.3 Capacidade líquida de transferência
B.1.4 Capacidade já alocada
B.1.5 Capacidade disponível de transmissão
B.2 Gestão de congestionamentos
B.2.1 Metodologias de gestão do congestionamento
B.2.1.1 Métodos de alívio do congestionamento
B.2.1.2 Métodos de alocação de capacidade
APÊNDICE C: MERCADOS DE CAPACIDADE DE RESERVA
C.1 Confiabilidade
C.2 Sufi ciência na geração
C.2.1 Mercados somente de energia
C.2.2 Encargo de capacidade
C.2.3 Mercados de capacidade
APÊNDICE D: MERCADOS DE SERVIÇOS ANCILARES
D.1 Classificação dos serviços ancilares
D.1.1 Acompanhamento da carga e regulação de frequência
D.1.2 Reservas de contingência
D.1.2.1 Reserva girante
D.1.2.2 Reserva não girante
D.1.2.3 Esquema de interrupção de carga
D.1.3 Suporte de reativo
D.1.4 Capacidade de autorrestabelecimento
D.2 Mercados de serviços ancilares
D.2.1 Mecanismos transacionais
D.2.1.1 Contratação bilateral
D.2.1.2 Mercado regulado
D.2.1.3 Preço baseado em mecanismo de mercado
APÊNDICE E: A RELAÇÃO CUSTO DE CARREGAMENTO E SUA VALIDADE NO CASO DA ENERGIA ELÉTRICA
E.1 Relação custo de carregamento
E.2 O custo de carregamento e a energia elétrica
REFERÊNCIAS
Essa obra traz uma visão moderna desse mercado extremamente regulado e complexo, mas que possibilita às empresas redução de custos, poder de decisão, previsibilidade orçamentária
e a possibilidade de consumir energia proveniente de fontes renováveis.
A filosofia de trabalho da Comerc, responsável pela gestão de 12% dos consumidores livres e especiais do país, é a PARCERIA. Trabalhar em parceria significa transmitir o conhecimento do setor elétrico, discutir as prioridades, traçar estratégias e implementá-las em conjunto com os nossos clientes.
Cumprimos parte de nossa missão, como facilitadores do "Mercado Livre de Energia Elétrica", quando compartilhamos o conhecimento do livro Mercados de Eletricidade.
Desejamos a você uma ótima leitura e precisando de suporte no “Mercado Livre de Energia Elétrica”, conte conosco!
Cristopher A. Vlavianos
Sócio-Presidente da Comerc Energia
Sobre o autor:
Roberto Mayo graduou-se em Engenharia Elétrica, na Universidade Ein-Shams do Cairo, Egito, e tem Mestrado em Sistemas de Potência pelo Illinois Institute of Technology de Chicago, EUA. Foi bolsista do Governo da França, com estágio no setor elétrico deste país. Trabalhou na Rio Light, em Furnas e na Eletrosul. Atuou como Diretor Comercial na Cegelec Engenharia e na Saft Nife.
Foi professor de Engenharia Elétrica na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) nos cursos de graduação e pós-graduação, e no Instituto Militar de Engenharia (IME) no Rio de Janeiro. Lecionou, como Professor Convidado, nas Universidades Federais de Santa Maria e de Santa Catarina. Ministrou, no Instituto Educacional da BM&F, os cursos “Introdução ao Modelo Elétrico Brasileiro. Estrutura e Formação de Preço” e “Noções sobre a Comercialização da Energia Elétrica no Brasil”, e no curso de MBA deste Instituto, “Mercado de Energia Elétrica – Formação de preços e Derivativos”.
Atualmente, dirige a Arroba Assessoria e Consultoria, prestando serviço de consultoria no setor elétrico.
É autor do livro Derivativos de Eletricidade e Gerenciamento de Risco.
4ª CAPA:
É natural que a sistematização do conhecimento se dê posteriormente à experimentação e ao amadurecimento de teorias postas em prática. A máxima científica, por suposto, aplica-se também ao setor elétrico.
O atual estágio de evolução do mercado brasileiro de energia, impulsionado pelo marco regulatório de 2004, faz premente a necessidade de disseminação de informações sobre o setor para a sociedade em geral e, em especial, para a academia.
Nesse contexto, é louvável a iniciativa de Roberto Mayo de trazer à tona, pela segunda vez, uma temática pouco debatida no meio editorial nacional. A publicação vem aprimorar e ampliar conceitos anteriormente introduzidos pelo autor em Derivativos de Eletricidade & Gerenciamento de Risco.
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), responsável por viabilizar as operações de compra e venda de energia elétrica no país, não poderia deixar de enaltecer a inestimável contribuição do primeiro livro em português a tratar, de forma abrangente, dos aspectos conceituais relativos aos mercados atacadistas de comercialização de energia elétrica.
Ainda que não se proponha a esgotar o tema, a presente obra proporciona ao leitor, leigo, estudante ou partícipe do setor, oportunidade de ampliar o conhecimento acerca das características singulares da produção, transporte, comercialização e consumo de energia, respaldadas pelas melhores práticas internacionais.
A ampliação do debate de alto nível baseado no intercâmbio de experiências é mister para garantir uma visão madura, de longo prazo e condizente com a realidade brasileira que tem suas particularidades, mas, assim como os demais mercados, está alicerçada em fundamentos universais de energia elétrica e de economia.
Luiz Eduardo Barata Ferreira
Presidente do Conselho de Administração da
Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

DERIVATIVOS DE ELETRICIDADE & GERENCIAMETO DE RISCO
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NOVO MODELO DO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO
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SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO
Autor: SALATIEL PEDROSA

TARIFAS E A DEMANDA DE ENERGIA ELÉTRICA
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Autor: JOAZIR / LINEI

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ELETRIFICAÇÃO RURAL
Autor: MARCIO GIANINI